por Raquel Aldana para Éres Mama

Não temos dúvidas, o amor de nossas vidas nos chama de mãe ou nos chamará de mãe, mesmo quando se joga no chão, chora ou destrói as coisas em sua frente…Às vezes, faz tudo isso, mas, ao mesmo tempo, faz com que nosso coração sorria tanto que sentimos amor e ternura a ponto de explodir. Não há nada mais especial do que seus abraços, suas carícias e suas explosões de afeição.

Porque ser mãe significa ter seu coração fora do corpo pelo resto de sua vida, batendo sozinho e aprendendo a viver sob o guarda-chuva de um sorriso que será tão infinito quanto luminoso.

O amor de mãe, o melhor manual de sobrevivência

O amor de mãe nos dá um sexto sentido, um instinto especial para saber dar amor a cada momento. Este é o melhor manual de sobrevivência para nós e nossos filhos, que geralmente recorrem sem hesitação para usar nosso instinto especial, nossa proteção ou nosso amor.

Apego saudável, um vínculo especial entre mãe e filho

Quando falamos em apego da criança, nos referimos a um vínculo afetivo que é formado entre a mãe e a criança, quando a mulher começa a sentir sua maternidade. Esse apego, baseado no amor de uma mãe, ajuda a assegurar à criança o cuidado necessário, bem como a estabelecer uma rede afetiva incondicional e duradoura.

Assim, desde o primeiro momento, o rosto arredondado do bebê, a testa larga, os olhos grandes, bochechas rechonchudas, nariz chato e queixo pequeno compõem em nós a combinação de ternura e amor que se tornou realidade.

Então percebemos que o amor pode ter um nome e que é carne e osso, o que nos leva a protegê-los e amá-los com mais força a cada segundo do dia. Os bebês, por outro lado, correspondem a nós com afeto, como a natureza forneceu, através de seus gritos, seus sorrisos e suas expressões emocionais.

O choro nos primeiros meses de vida é um poderoso sinal para nos atrair a pegá-lo, garantindo assim o bem-estar dos nossos filhos. Embora cada criança chore de maneira diferente (as mães são capazes de identificar as lágrimas dos filhos), também existem diferentes tipos de choro.

– O choro da dor começa derepente e é caracterizado pela falta de ritmo.

– O choro de fome, frio ou desconforto é um grito suave que aumenta progressivamente sua intensidade.

– Depois, há o choro da criança por estar sozinha, por não sentir a presença de sua mãe, o que confirma que a atenção afetiva e o companheirismo são uma necessidade, tanto quanto o fato de obter alimento ou ser protegido do frio.

Esses últimos sinais sonoros constituem uma linguagem maravilhosa de comunicação emocional com nossos filhos. É algo como:

-Mãe, você está aí? Sim, querida, estou aqui. Pode ficar tranquilo.

Outra expressão infantil poderosa é o sorriso, que está presente de alguma forma desde as primeiras semanas e acaba consolidando em direção ao segundo ou terceiro mês de vida. Seus sorrisos nos fazem sentir tão bem que nos cativam e nos envolvem em um sentimento irresistível de amor maternal.

Expressões emocionais nos permitem nos conhecer e interagir emocionalmente, aprendendo juntos o que significa sentir uma harmonia tão especial com alguém e alguma coisa no mundo.

O amor de uma mãe nos faz querer estar sempre ao lado dela, sermos arrebatados diante deles, falar de maneira doce e sermos capazes de nos sentir com nossos filhos, sermos sensíveis aos seus sinais e às suas ternas vozes que nos cercam e nos colocam no trono do mundo. O reino de suas vidas nos chamando de mãe.

Texto original em https://eresmama.com/amor-vida-me-llama-mama/
Imagem @mamaglow

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