Como ser você mesma depois que se tornou mãe? Como reconhecer aquela mulher de antes que agora é responsável por outra vida? Como ser ao se tornar a nutriz de seu bebê? Como reconhecer o seu corpo após todas as semanas de gestação? Como amamentar? Como dormir? Como não dormir? Quando se lembrar que você ainda é você? Como ter certeza que seu bebê está respirando? Como fazer com que todos entendam que, sim, você estava ouvindo o bebê chorar? Como lidar com uma melancolia constante? Como fazer com todos entendam que você não quer alguém pegando seu filho? Como lidar com o medo de não saber cuidar do bebê? Como lidar com a solidão? Como não chorar junto com o bebê que não dorme e está com cólica? Como conciliar filho e exercícios, filho e trabalho, filho e a rotina? E quando acabar a licença-maternidade? Como voltar a ter o corpo de antes? Será que você comeu algo que deu cólica do bebê? Você escovou os dentes hoje? Bem-vinda ao puerpério.

Período caracterizado por mudanças corporais, hormonais e na rotina, o puerpério é o período da reconstrução da identidade da mulher que se tornou mãe. É nesse período que essa mulher está conhecendo seu filho, criando uma rotina de cuidados, aprendendo a cuidar dele, aprendendo e estabelecendo a amamentação. Como cada mulher é única, o tempo que cada mulher leva para atravessar essa fase é único e diferente. Por definição, o puerpério é compreendido como o período da quarentena, os 40 dias após o parto, e é comum que se estenda de seis a oito semanas após o parto. É superficial se prender ao tempo preestabelecido, seja pela família, seja pela orientação médica, e compreender que o desmembramento do puerpério pode durar dias, horas ou semanas.

Durante a gestação, Sílvia Spinola (SP), 36, mãe do Bento, de sete meses, se preparou para o parto com muita informação, cercando-se de apoio para aquele momento. E deixou o puerpério um pouco de lado, pois acreditava que esse período seria muito tranquilo e que ela conseguiria viver a sua vida normalmente. “Na minha cabeça, seria um momento incrível em que eu teria tempo de fazer um monte de coisas, afinal, um bebê dava trabalho, sim, mas não era tanto trabalho que me impediria de viver, além disso, teria meu marido comigo durante todo o tempo, seríamos dois cuidando do bebê, então seria tranquilo, um momento de descoberta, de autoconhecimento, mas de paz, de alegria, para mim a licença-maternidade seria quase férias. Mas não foi nada, nada disso, o puerpério me devastou. Tudo começou quando eu percebi que não sabia o que fazer após o parto. Tive um parto domiciliar planejado, incrível, maravilhoso, do jeito que eu queria, mas depois que meu bebê nasceu, percebi que não fazia ideia do que fazer naquele momento, meu primeiro obstáculo surgiu na amamentação, achei que isso seria simples, que ia acontecer naturalmente, mas foi dificílimo. Meu bebê perdeu bastante peso após o nascimento (hoje sei que foi uma perda normal), e a primeira médica que consultei, observou o meu filho no peito e ficou repetindo uma série de vezes “ele não está mamando”, disse ainda que meu peito estava vazio e eu precisaria de medicação para aumentar a produção de leite. A partir daí, o processo foi piorando, eu parei de acreditar que meu filho mamava. Troquei de médica. A nova pediatra apoiava a amamentação. Só que disse que eu tinha de tirar leite e oferecer para o bebê com uma seringa. No começo, 60 ml depois de toda mamada, que foi aumentando para 80, 100, 120 ml. Enlouqueci. Não fazia mais nada da vida, meu filho chorava loucamente quando colocava aquela seringa na boca dele, eu chorava porque meu bebê não mamava, eu não conseguia fazer meu bebê mamar, meu peito tinha leite, mas não funcionava, meu bebê não mamava. Eu passei 4 meses chorando, todos os dias, o dia todo. Não consegui curtir meu filho nesse tempo, fazia o necessário e tudo era uma obrigação, eu sabia que amava aquele bebê mas não sabia como cuidar dele, não tinha prazer em cuidar dele, tinha medo dele. Falo com certeza que foi a época mais difícil da minha vida. Apesar das médicas, que foram escolhas bem erradas e tiveram zero empatia e, certamente, atrapalharam muito mais do que ajudaram, eu tive outras profissionais me apoiando desde o começo, consultoras de amamentação, fonoaudiólogas, amigas, mas eu só consegui sair do buraco quando encontrei os grupos de apoio: para mim a fala de outras mães foi absolutamente essencial para me levantar e entender que é normal, que é uma fase e realmente vai passar. Tive também acompanhamento de uma psicóloga que foi importantíssimo. Hoje vejo o puerpério como um momento de zerar a vida, sinto como se tivesse acabado a pessoa que eu era antes e eu começasse a construir uma pessoa absolutamente nova do zero, que precisasse aprender tudo de novo, porque a maternidade transforma tão profundamente que acho que não tem como explicar ou entender, é preciso estar lá, passar por isso”, conta.

Carolina Vasconcellos (SP), 28, mãe do Artur, de um ano e quatro meses, se preparou de maneira prática, conversou com as avós, preparou comida congelada, acreditando que resolvendo a parte prática, muitas das sensações seriam ausentes. Mas ela se enganou. “Eu sabia que o pós-parto seria tenso, tinha feito um curso muito legal no GAMA e nos avisaram, falaram de baby blues, de depressão pós-parto. Eu estava preparada – ou achava que estava. Fizemos o que era possível: deixamos a casa arrumada, comida pronta congelada, passamos materiais sobre puerpério para as avós. Ou seja, a parte prática da coisa eu resolvi. Achei que assim poderia me dedicar ao bebê e que não sentiria muitas coisas. Ledo engano. Tive o Artur de uma cesárea – e eu queria um PN – e desde a maternidade me senti muito mal com isso, uma espécie de fracasso, apesar de estar, obviamente, muito feliz com a chegada do meu filho saudável e perfeito. Na maternidade, tudo era festa. Mal ficamos sozinhos. Mas foi chegar em casa e voltar à rotina “normal” que eu comecei a sentir. Era um misto de tristeza, dor e angústia. Uma melancolia sem fim. A tal ‘hora da bruxa’ vinha para mim, era o dia começar a escurecer que eu chorava sem parar. Olhava e me sentia inútil, parecia que eu não tinha feito nada. Não conseguia cozinhar, as visitas sumiram, a amamentação ainda estava se estabelecendo, eu sangrava sem parar, o corte doía muito. Eu chorava. Nas primeiras vezes meu marido e minha mãe me questionavam do porquê desse choro, aos poucos entenderam que eu só precisava de colo. E assim fomos indo. Com uns 30 dias meu marido voltou ao trabalho e aí foi o pico, foi tenso. Eu não me sentia capaz de ficar sozinha com o Artur. Fui ficando pequenos intervalos, meus pais vinham sempre que podiam, enfim. Eu tinha vontade de sair, mas batia medo. Começou a bater uma tentativa de “comparar” o passado com o agora, e foi duro. Minha vida nunca mais seria a mesma. Quando aceitei isso, comecei a melhorar da angústia e da melancolia. Foi como aceitar o luto: eu morri e renasci mãe, outra mulher, com outras prioridades. Comecei a pensar no que era essencial para mim, e tentar ter esse tempo em meio ao furacão. Um banho, sozinha, quando o marido chegava, etc. O choro vinha, mas foi acalmando. Parei de chorar nos fins de tarde com uns 50 dias depois do parto. Hoje eu vejo que foi um momento importante de passar. A vida muda, mesmo, em todos os aspectos, e o puerpério foi meu tempo de digestão para isso. De ‘cair a ficha’ de que uma pessoa nova havia chegado na minha família e que agora a gente ia viver assim, sendo três. Foi também um período que me desconectei, nem lembrava de trabalho, usei pouco as redes sociais. Me aproximei da família e curti muito meu bebê, tentando guardar na memória cada minimomento especial que a gente vivia. Vejo o puerpério como um período de adaptação da vida, como um todo, de muitos cuidados com o bebê, claro, mas de cuidados especiais com essa mulher-mãe. Se eu não tivesse podido falar abertamente sobre meus medos, dores e angústias, talvez não tivesse conseguido superar esse vazio que o pós-parto me trouxe, e que aos poucos foi repleto de outros sentimentos, agora bons”.

Melancolia e tristeza profunda, o baby blues

Segundo a psicóloga Nivia Gonçalves Masutti, que trabalha com psicoterapia e grupos de apoio no pós-parto, por exemplo, o Powerperio da Lumos Cultural, em São Paulo, é muita coisa para ser assimilada, desde o (re)conhecimento do bebê que acaba de nascer, a acomodação dos cuidados, o estabelecimento da amamentação. “É comum que a mulher sinta sono, cansaço, fome, fraqueza, dor, cólicas, tristeza, insegurança, ansiedade e muitas outras coisas, lembrando que nem todas as mulheres sentem tudo”, explica.

Quando essa mulher puérpera sente muita tristeza, está frente a frente com o baby blues. A expressão inglesa se refere a uma tristeza e melancolia profunda, relacionada com a depressão pós-parto. Baby, que significa bebê em inglês; blues, a cor azul, relacionada com tristeza e melancolia na cultura inglesa (por meio da expressão feel blue, por exemplo; o termo blue é relacionado a vários termos e interpretações na língua inglesa, tanto alegres quanto tristes; nesse caso, triste). Na cultura brasileira, o baby blues acontece quando essa recém-mãe está muito triste e melancólica e, considerando-se que cada mulher sente o baby blues de um modo único, alguns casos são depressão pós-parto, enquanto outros se dissolvem aos poucos dentro da maternidade. Para Nivia, o tempo que o baby blues dura é relativo. “Já ouvi relatos de durar mais tempo do que a quarentena, mas não caracterizando uma depressão pós-parto e já ouvi relatos desse sentimento nunca ter estado presente”.

Cindy John Bozler (Murcia, Espanha), 30, via o puerpério como um período difícil, mas somente quando chegou nele compreendeu o quão difícil ele poderia ser. “Os hormônios a flor da pele, um bebê que põe tua vida de ponta cabeça, as feridas por causa da pega incorreta, as visitas, os palpites. Eu chorei todos os dias até mais ou menos dois meses, pelo menos uma vez ao dia. Às vezes, eu nem sabia porque eu estava chorando, as lágrimas saiam sozinhas. Meu marido foi bem compreensivo, aquilo era tudo novo para ele também, mas ele soube se colocar na situação. Eu tinha comida e água sempre à disposição (é difícil ficar levantando com neném no colo mamando). Ele me abraçava, me consolava. Tive ajuda também do grupo de apoio a amamentação da minha cidade, foi fundamental desabafar com mulheres que sabem o que você está passando. Hoje continuo vendo o puerpério como um período difícil, mas agora eu senti na pele o significa isso e vejo que o apoio é mais do que fundamental. Apoio é consolar, driblar visitas, lembrar que você é capaz, dizer que você está no caminho, trazer comida, água, lavar uma louça para você. São coisas pequenas, mas tão grandes naquele momento”.

O puerpério exige rede de apoio, empatia e acolhimento. “Cuidados com a saúde física e psíquica, acolhimento nas suas dúvidas e dificuldades, apoio com as tarefas domésticas para que a mãe consiga estar entregue nesse processo de se entender com o seu bebê, para que ela consiga descansar. E o que mais ela sentir que precisa”, explica Nivia. A experiência de parto que a mulher vive influencia o puerpério. De acordo com Nivia, “além das recomendações médicas indicadas a cada caso, acredito que o que define o tipo de cuidado que a mulher precisa está muito mais relacionado ao tipo de experiência que ela teve do que ao tipo de parto”.

Rede de apoio e entrega são essenciais no puerpério

O que as mães puerpéras podem fazer? “Estar entregues a esse momento e não ter receio de pedir e buscar ajuda, seja qual for a ajuda necessária. E não tenham receio de dizer o que as incomoda, que busquem um porta-voz se necessário. Já é peculiar e por vezes difícil a adaptação mãe-bebê; interferências externas podem tornar tudo pior, ainda que sejam bem-intencionadas”, explica Nivia. O que mais ajuda? Informações corretas, de qualidade e sem mitos (a maternidade não é romântica), boa orientação no manejo da amamentação e principalmente apoio, acolhimento, empatia (apoio, apoio, apoio). Também é válida a dica: deixa o bebê com a mãe e, por favor, vá lavar a louça. Imagine que aquele bebê, recém-chegado ao mundo como o vemos, está reconhecendo sua mãe, a única pessoa com a qual ele desenvolveu emoções e contato físico. Nivia é objetiva: “todo mundo quer pegar o bebê, mas um recém-nascido precisa da mãe. E a mãe precisa se alimentar, descansar, cuidar de si mesma, ser cuidada”.

Quem forma a rede de apoio? Quem for de confiança e de escolha da puérpera. Pode ser o pai do bebê, se isso for possível e pretendido pela puérpera, considerando-se, ainda que esse homem também está aprendendo a ser pai, ele também se tornou pai. “Pessoas que contribuam com “braços”, abraços e informações de qualidade, sem mitos e “achismos”, julgamentos, sempre respeitando momento e escolhas. O puerpério pode ser uma fase sombria, solitária. Uma boa rede de apoio pode fazer toda diferença em como essa fase será atravessada. O sucesso da amamentação também pode ser alicerçado por esta rede, com encorajamento, buscando ajuda especializada se necessário. Um pediatra de confiança é um ponto de apoio muito importante também. A própria puérpera é quem pode direcionar que cuidados ela precisa. Pode ser que ela precise que alguém assuma todas as tarefas da casa, que cozinhe para ela, que a alimente. Pode ser que ela precise de colo de mãe, de um ombro amigo. Pode ser que ela precise de silêncio. De alguém do lado apenas para estar ao seu lado. Pode ser que ela precise de alguém para decifrar suas necessidades quando nem ela mesma consegue definir. Pessoas próximas, que saibam acolher e cuidar, sem julgar. Uma mãe que conta com uma boa rede de apoio consegue viver um puerpério mais ameno, estar amparada faz toda diferença”, finaliza Nivia.

Laura Reis Correia, (SP), 33, mãe de Benjamin, considera que foi uma gestante desencanada. Quando ouviu sobre o difícil período do puerpério, acreditou que poderia ser difícil para algumas mulheres por vários motivos, mas que com ela não aconteceria. “Meu ginecologista disse apenas para que eu me preparasse para uma “tristeza” depois que o bebê nascesse. Disse isso mais falando ao meu marido, como que para prepará-lo. Pois bem, nos primeiros 15 dias depois do parto, fiquei muito tranquila e ativa, sentia apenas uma emoção muito grande ao pensar/olhar o bebê, chorava de tanto amor. Mas era um sentimento gostoso de sentir, muito novo. Passado esse período comecei a me perceber supersensível. Dei-me conta disso quando durante um almoço meu marido começou a falar algo sobre quando o Benjamin crescesse, escolhas que ele faria, e isso me perturbou. Tive medo das más decisões que um dia ele poderia tomar e chorei. A partir daí tudo o que via na televisão me abalava. Eu chorava vendo a notícia e chorava depois quando pensava a respeito. Tinha medo que o bebê morresse, medo que eu morresse. Comecei a sentir um ciúme absurdo dele. Coisa de louco mesmo. Somente meu marido podia pegá-lo sem me causar desconforto. Comecei a ficar com raiva de receber tantas visitas, achava as pessoas sem consideração e respeito comigo. Pegavam o bebê do meu colo sem ao menos pedir! Era algo do tipo: “deixa eu pegar” e arrancavam de mim meu pedacinho. Era assim que eu sentia, na época fiz até uma associação com um bicho recém-parido com seus filhotes, me sentia uma leoa mesmo. Tinha também um sentimento de invasão, de falta de cuidado, de negligência comigo e até com as necessidades do Benjamin, tão pequeno. As pessoas me ofereciam ajuda com o bebê e até com as coisas de casa, mas eu não queria. O que eu queria era ser deixada o mais em paz possível. Visitas longas, por mais de uma vez na semana. Tudo isso foi desgastante demais. Hoje penso que no meu segundo filho farei muitas coisas diferentes. E uma delas é estabelecer como as visitas vão acontecer e quando. No dia do nascimento do bebê na maternidade, por exemplo, nem pensar. Venha no dia seguinte. Você está lá destruída e as pessoas vem igual um gavião para cima do seu bebê. Hoje falo abertamente sobre como senti que as pessoas faltaram com cuidado comigo. Falo também que, na minha opinião, bebês recém-nascidos não devem sair do colo da mãe e do pai pelo menos no primeiro mês, ainda mais da forma que acontecia comigo, nem perguntavam! Tiravam e pronto. A não ser que os dois se sintam à vontade e confiantes para tal. Estudei bastante sobre o puerpério durante o meu processo e foi bom, pois fui entendendo que não se tratava de algo permanente e sim de uma fase. Ver vídeos sobre o tema e depoimentos reais foi bem importante para sentir que não estava sozinha no mundo nessa! Meu marido foi essencial para que tudo fosse aos poucos entrando nos eixos. Sempre ficou do meu lado, me tratou com todo carinho, dividia tudo comigo (tarefas da casa e do bebê) e conversávamos demais. Hoje vejo o período como um momento no qual o foco deve ser na mãe, especialmente se for o primeiro filho. Ela deve ser ouvida, respeitada, acolhida, mimada e validada. Vai ter muito tempo depois para pegar o bebê”.

Recomendações básicas para um bom convívio com uma puérpera

  • Acolhimento, empatia e apoio são essenciais. Independentemente de como foi o nascimento, a experiência de parto pode ter deixado alguns traumas. Caso a puérpera queira conversar, deixe que ela desabafe. Caso ela queira relatar o parto domiciliar e como ela fez a foto com a placenta do bebê, deixe também. Caso ela queira falar sobre como a anestesia da cesárea terminou antes da hora, deixe também. Caso ela queira falar sobre como o neonatologista pegou o filho dela antes da hora do seu colo, deixe também. Escute.
  • Ajude. Sirva um copo d’água, leve flores (moderadamente e sem aroma acentuado, por favor), a presenteie com algo que você sabe que ela goste, converse sobre a rotina, abrace, pergunte o que ela quer, coloque o lixo para fora, lave a louça da pia, asse um bolo se a intimidade de vocês permitir. Poupe comentários como “você carrega e é a cara do pai” ou “nem parece com vocês dois” ou “tem cara de joelho” (nesse último caso, está aparente que a sua visita era desnecessária). E não prolongue a visita.
  • Pergunte. Se você pode pegar o bebê no colo (pergunte mais de uma vez), se ela precisa de algo, se ela quer conversar. Pergunte tudo. É um favor que você faz aos hormônios e à nova família que está se formando. Não leve a mal se for escolha dos pais que você não pegue o bebê. Não leve a mal se a puérpera agir como uma leoa. É exatamente isso que ela está sentindo ao agir assim. Respeite.

 

Publicado por Redação taofeminino em 20 de janeiro de 2017.

Texto disponível em: http://www.taofeminino.com.br/gravidez/puerperio-pos-parto-mae-bebe-empatia-apoio-hormonios-corpo-s2120498.html

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